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Informações, notícias, conceitos e muito mais sobre veículos elétricos e a próxima revolução da mobilidade urbana!

13 setembro 2014

BRASIL VOLTA A FAZER HISTÓRIA NO AUTOMOBILISMO MUNDIAL

Na madrugada deste sábado, 13/09 às 05:00 (horário do Brasil), aconteceu a primeira corrida de carros formula elétricos, a FIA Formula E, em Pequim, na China.


Os pilotos da primeira prova da Formula E

A competição passará por 10 cidades e, por emitirem poucos ruídos (na casa dos 80dB, contra 130dB da Formula 1), todos os circuitos serão nas ruas da cidades-sede. Você pode conferir aqui o calendário, e aqui uma notícia porque o Rio de Janeiro ficou de fora. Caso esteja em alguma destas cidades durante as corridas, pode comprar ingressos aqui

O CARRO
O objetivo desta primeira temporada é de testar a modalidade, agregar fãs, investidores e desenvolvedores de tecnologia e acostumar os pilotos a conduzir veículos elétricos. Como não haveria tempo para que cada escuderia desenvolver seus carros do zero, a FIA reuniu um grupo de empresas para criar um consórcio para montar e homologar o primeiro carro fórmula elétrico, onde todos os times correm com ele: o Spark-Renault SRT_01E, que alcança os 150 mph (241 km/h). Falaremos mais sobre as empresas que montaram o carro, as especificações, as escuderias e os regulamentos em outros posts!

OS TREINOS
Os treinos classificatórios ocorreram no mesmo dia da corrida. O primeiro treino livre foi às 08:15 (horário local de Pequim, 21:15 da sexta-feira no Brasil), e os três melhores tempos foram do brasileiro Lucas Di Grassi (Audi  Sport ABT), do suíço Sébastien Buemi (e.dreams-Renault) e do inglês Sam Bird (Virgin Racing). 

O segundo treino livre, às 10:30 (23:30 da sexta-feira no Brasil), teve uma grata surpresa aos brasileiros, quando os dois melhores tempos foram cravados por Bruno Senna (Mahindra Racing), Lucas Di Grassi, seguidos pelo holandês (sim, holandês) Hu-Pin Tung (China Racing).

Infelizmente, por problemas eletrônicos no banco de baterias, Bruno Senna não conseguiu sair para os treinos classificatórios, às 12:00 (01:00 do sábado no Brasil), e acabou amargando a última posição no grid de largada. Entretanto, os brasileiros puderam contar com o ótimo e consistente trabalho de Lucas di Grassi, que conquistou a 2ª posição no grid, atrás apenas do francês Nicolas Prost (e.dreams-Renault), filho do antigo arqui-rival de Ayrton Senna, Alain Prost (chefe da equipe e.dreams-Renault). Em terceiro ficou o alemão Daniel Abt (Audi  Sport ABT), companheiro de equipe de Di Grassi.

FANBOOST
Para dar mais interação entre os fãs e a nova modalidade do automobilismo, a Formula E criou o Fanboost, que é uma votação pela internet, onde o público pode eleger 3 pilotos para receber o direito de dar 1 (um) “power boost” adicional, o qual aumenta a potência do carro de 150 kw para 180 kw por 5 segundos, ajudando em ultrapassagens. "Boost" é uma descarga de energia, onde um dispositivo auxiliar armazena toda energia recuperada de frenagens e desacelerações, a famosa ‘energia regenerativa’. Na Formula 1, ficou conhecida como o KERS - Kinetic Energy Recovery System (ou Sistema de Recuperação de Energia Cinética). Cada piloto possui autorizado para aplicar apenas 3 ‘boosts’ na corrida inteira, e os 3 pilotos eleitos pelo público a ganhar o 4º 'boost' foram os brasileiros Bruno Senna, Lucas Di Grassi e a inglesa Katherine Legge (Amlin Aguri), uma das 2 mulheres correndo na categoria (a outra é a italiana Michela Cerruti, correndo pela Trulli). Logo saberíamos que o Senna não precisaria deste 'boost' extra.

A CORRIDA
Na largada para a volta de aquecimento/apresentação, podíamos ver uns 3 carros imóveis no grid. A câmera mostrava os outros carros saindo para a volta, enquanto estes pilotos apertavam todos os botões possíveis no volante e painel na tentativa de fazer o carro sair do lugar! Eventualmente, eles conseguiram sair e dar a volta.


Largada
A largada foi tão emocionante quanto uma corrida de Formula 1, com arrancadas e fechadas fortes, mas felizmente sem nenhuma batida séria. Aliás, o único a bater, sozinho e na 2ª curva, foi Bruno Senna, que já fez o safety car entrar na pista e desfilar por umas 3 voltas.



Safety Car
Falando em safety car, este era nada mais, nada menos, que o novo BMW i8. A BMW também fornecerá modelos i3 como carros de assistência. Em uma competição onde os atores principais são elétricos, os veículos de serviço não podiam fazer feio (muito menos barulho ou poluir)!




Troca de carros
Apesar das óbvias similaridades com qualquer corrida de carro, há diferenças que podem incomodar os desavisados. Em qualquer projeto de carros elétricos no mundo, as tecnologias já estão testadas e validadas para exceder as necessidades para os usos urbanos e esportivos. Não fosse por um detalhe: as baterias. Elas ainda são o "calcanhar de Aquiles" de qualquer carro elétrico no mundo, e a Formula E está ai para também colocá-las no limite e impulsionar seu desenvolvimento.  O problema é que este limite é de 15 voltas e o tempo de recarga ou troca das baterias por outras carregadas seria muito grande. Por este motivo, os pilotos são obrigados a trocar de carro em torno da volta 14. À propósito, a corrida inteira tem apenas 25 voltas (contra a média de 66 voltas na F1).

A cena é estranha: a briga por posições está feroz na pista, alguns conseguem a muito custo energético se distanciar de outros e, do nada, estão todos entrando em fila indiana nos boxes, estacionando, pulando para um carro ao lado, afivelando cintos e... saindo de volta para a pista. O tempo de troca não é como os pit-stops da Formula 1 que duram na casa dos 7 segundos. Uma das trocas mais rápidas durou 1min49s!

Nesta brincadeira, alguns se deram muito melhor que outros, como Lucas Di Grassi que perdeu a 2ª posição para Nick Heidfeld (Venturi), pela demora da equipe em apertar os cintos (e sabe-se lá mais o que). Houve pilotos ganhando e perdendo até 4 posições. Enfim, é algo que temos que levar na esportiva e acompanhar a evolução ao longo dos anos.

2ª etapa e última curva
Nesta 2ª etapa as posições não mudaram muito de quando os pilotos saíram dos boxes. Sim, houveram muitas ultrapassagens, mas na maioria eram os mesmos pilotos se ultrapassando pela briga de uma posição. Na primeira fase, Prost era líder acompanhado de muito perto por Di Grassi, e havia momentos que achava que o brasileiro estava deixando o francês gastar mais energia para dar um bote mais para frente.

Agora, Prost era perseguido pelo alemão, que foi se aproximando gradativamente, à medida que Di Grassi foi se afastando em seu 3º lugar, com outro francês, Franck Montagny (Andretti Motorsport), chagando mais perto. Com Senna fora da corrida, quais emoções mais queríamos ter? O jeito era se conformar com um brasileiro no andar mais baixo do podium. 

Mas Prost mostrou ser verdadeira a velha frase “filho de peixe, peixinho é”  na ÚLTIMA curva, ato que deu a vitória a Lucas Di Grassi. Como é difícil descrever um carro formula elétrico voando, é melhor vocês verem com os próprios olhos no vídeo abaixo! Até a próxima corrida, em Putrajaya, Malasia em 22 de Novembro!


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18 outubro 2013

A evolução do transporte público de São Paulo

O futuro promissor do "eco" transporte público da capital paulista
O vídeo é bom, inspirador e ironicamente feito pela SPTrans!

É interessante analisar a linha de raciocínio da Prefeitura de São Paulo: “quem anda de carro faz mal à cidade e quem anda de transporte público faz o bem”.

Parece que eles ouviram os gritos de protesto que “país rico não é aquele que pobre anda de carro, mas aquele que rico anda de transporte público”.
Agora só falta eles se perguntarem algo que revela um ínfimo detalhe: QUE TRANSPORTE PÚBLICO?

Isso requer o milagre de fazer esses políticos tirarem a bunda da cadeira e IR PRA RUA fora das temporadas eleitorais.

- EcoFrota que queima óleo diesel?

- Ônibus caindo aos pedaços e que NÃO comportam o volume de passageiros JÁ EXISTENTES??

- Sistema de transporte onde a parte mais integrada tecnologicamente é o sistema de cobrança (bilhete único)???

- Pontos de ônibus que agora são de vidro, para nem mais proteger do Sol? Sem qualtque informação dos itinerários????

- Criar mais corredores de ônibus para piorar propositalmente o caos e SONHAR que os motoristas irão PREFERIR deixar seus carros em casa para se juntar à multidão já ESMAGADA dentro dos ônibus?????

Ah, mas existe o metrô, trem... Existem mesmo? Começaram a ampliar a rede ferroviária 20 anos depois do necessário, a uma velocidade terrível. Todas as ações feitas são para remediar o caos, nunca para prevenir.

Por mais trilho que façam agora, estaremos sempre 20 anos atrás. Alguém que trem/metro e passe pelas estações Pinheiros e Paulista nos horários de pico conseguem sentir a satisfação de estarem usando um transporte “de qualidade”?

Transporte sobre trilho é a melhor forma de transporte público, comprovada em todo o mundo, que em sua esmagadora maioria são elétricos! Isso não ocorre no Brasil porque não é financeiramente e politicamente atraente para os “donos” destes setores.
O governo federal dá incentivos às montadoras, reduzem IPI e qualquer malabarismo para que o braço mais forte da indústria nacional continue sendo a automotiva... enquanto a Prefeitura de São Paulo bola um cenário caótico para os milhões de carros vendidos na cidade mais rica do país. Detalhe: o partido político é o mesmo!
E assim caminha o Brasil!
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12 outubro 2013

Enquanto isso, lá fora... 1 a 12 de Outubro, 2013

Os principais acontecimentos do início deste mês sobre veículos elétricos... fora do Brasil.



De acordo com a Kia, o Soul elétrico teve a aerodinâmica melhorada, justamente para preservar o consumo e desempenho. Além do reajuste aerodinâmico o modelo será equipado com o motor totalmente elétrico capaz de percorrer até 200 km com uma unica recarga.


Este é o Tesla Model S, o sedã elétrico americano que está mexendo com a cabeça do norueguês. Foram 616 unidades, superando até o líder Golf, que emplacou 561 exemplares.


A Nissan planeja com os veículos autônomos chegar ao patamar de zero mortes em acidentes que envolvam automóveis. Os carros com a tecnologia levam câmeras que monitoram todo o entorno do veículo analisando riscos e até avisando o motorista ou tomando controle em caso de iminência de acidente.


E não foi apenas o recorde de autonomia que o e-Genius bateu: ele superou de longe os aviões com motores a combustão ou turbinas em termos de eficiência energética. Em comparação com aviões comuns de dois lugares, voando à mesma velocidade, o e-Genius completa os percursos gastando apenas um quinto da energia.


O ELR permitirá à GM competir mais diretamente com o Model S, da Tesla, e um dos mais vendidos no mundo. O modelo quatro portas do Model S tem preço mínimo de US$ 70 mil. Equipado com um motor elétrico e outro convencional a combustão de 1.4 l, O ELR tem autonomia para percorrer cerca de 480 quilômetros com uma carga de bateria, segundo a fabricante. Apenas no modo elétrico, o veículo vai até 56 quilômetros.



O objectivo é que, “em breve”, as cerca de 3.000 unidades COBUS movidas a diesel que circulam actualmente nos aeroportos de todo o mundo sejam reconvertidas em unidades eléctricas.


Em cada reserva, o consumidor depositou US$ 5.000 para segurar o veículo na versão Base. Se a opção for a Signature, o sinal pula para US$ 40.000! O crossover familiar ainda possui opções de baterias de 60 kWh ou 85 kWh, cada uma com um preço diferente. Acredita-se que o modelo deverá custar entre US$ 62.400 e US$ 95.000.


The all-electric racing series will zip through ten iconic cities, enlisting some of the biggest names in racing to give this new contest of speed some legitimacy. McLaren, Drayson, and Andretti are just a few of the racing outfits fielding Formula E teams, and they’ll be joined by Jay Penske’s Dragon Racing, which just announced it is joining the electric racing series as well.



Notable notables include the Nissan Leaf and Tesla Model S, whose September sales continued to “shine” compared compared to 2012. On the whole: (i) All-electric car sales are up to a huge degree - 447.95% (33,617 vs 6,135); (ii) Plug-in hybrid electric car sales are up to a fair degree - 35.86% (32,718 vs 24,082); (iii) Conventional hybrid electric car sales are also up quite a bit - 21.03% (360,245 vs 297,656).



Nissan, Fiat, and Ford had the biggest corporate presence, with long lines of people wanting to test drive their cars. Brammo and Zero both had motorcycles available for test rides as well, while Pedago was the only electric bicycle company present. 2013 was the first year Plug-In Day went global, and Amsterdam officially handed it off to Los Angeles via Skype video.



According to a recent study, as many as 80% could replace their current car with another new EV. 350 drivers were given EVs as part of this study, which began in 2008, in a bid to understand people’s perceptions about EVs and the nation’s fledgling EV infrastructure.



That boost comes in the form of a $2,010 price cut off the cheapest Prius Plug-In model, dropping the MSRP to $29,990, as well as being eligible for a $2,500 Federal tax credit, dropping the effective price to $27,490. The top-trim Prius Plug-In Advanced, meanwhile, gets a $4,600 price cut, bringing the MSRP down to $34,905; with the $2,500 tax credit the price drops to $32,405.



Or at the very least, 56% of the 998 people Hankook tires interviewed for their annual Fall Gauge Index study, which asks people to answer a series of questions regarding the auto industry. While Hankook also slipped in something about their innovative airless tires, the fact that more than half of Americans see a future where hybrid or electric cars dominate the market is quite telling.


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10 outubro 2013

Veículos elétricos para entregas urbanas

Um caminhão que emite muita fumaça ou atravanca o trânsito não associa boa imagem ao que entrega, enquanto que um veículo pequeno, silencioso e não poluente remete a uma postura de modernidade e respeito ao público.
Nos últimos quinze anos, a frota automotiva sobre pneus triplicou e a de automóveis aumentou 2,4 vezes. Dentre os veículos leves, o maior aumento foi o de motocicletas. A maior parte desses novos veículos movimenta-se em áreas urbanas, cujas vias certamente não aumentaram nas mesmas proporções. Os resultados, por demais conhecidos, são os frequentes congestionamentos do trânsito, poluição ambiental e trajetos demorados em todas as grandes cidades brasileiras.

Nesse quadro, a mobilidade e a poluição urbanas têm sido ainda mais prejudicadas pelo emprego de caminhões para entrega de alimentos, bebidas, compras em supermercados, em horários de grande circulação de veículos. Por outro lado, diversos entregadores, para evitarem esse inconveniente, utilizam motocicletas adaptadas, que transportam cargas muito superiores àquelas para as quais seus motores foram dimensionados, causando elevada emissão de poluentes.

A solução que tem sido comumente aventada é a que restringe essas entregas ao horário noturno. Embora aparentemente simples, mostra-se pouco viável, pelo aumento de custos inerente ao pagamento de horas extra, riscos de assalto, além de reclamação dos moradores afetados pelo barulho nos locais de entrega. As alternativas globais para o problema são mais complexas e exigem novos instrumentos e mobilização mais ampla. Entretanto, é possível reduzir significativamente, em curto prazo, os inconvenientes causados pelos caminhões e pelas motocicletas, dado que boa parte das entregas urbanas pode ser feita por pequenos veículos elétricos, cujos avanços tecnológicos levaram à sua maior competitividade e consequente difusão em vários países.

Pequenos furgões, motocicletas, triciclos e motonetas acionados eletricamente já são disponíveis no país. Também o são os quadriciclos, conhecidos como "carros de golf" muito usados para patrulhamento da orla no Rio de Janeiro, em áreas fechadas, como aeroportos e em áreas de lazer. Tais veículos podem ser condicionados para circulação em áreas urbanas, com baixa velocidade e condições de segurança adequadas, à semelhança dos chamados bugs. Em diversas cidades dos EUA sua circulação é permitida, embora restrita a determinadas áreas e condições, atendendo à denominação de "veículos elétricos de vizinhança". Em outros países, como a França, quadriciclos estão sendo usados para pequenas entregas urbanas.

Veículos de entrega constituem cartazes móveis dos produtos transportados e do seu fabricante. Um caminhão que emite muita fumaça ou atravanca o trânsito não associa boa imagem ao que entrega, enquanto que um veículo pequeno, silencioso e não poluente remete a uma postura de modernidade e respeito ao público. Para seus usuários, os recentes avanços tecnológicos e as economias de escala de produção desses veículos elétricos tendem a torna-los cada vez mais vantajosos, além de favoráveis ao meio ambiente. Caberá todavia às autoridades governamentais contribuir para acelerar sua competitividade e consequente difusão mediante tratamento fiscal e facilidades de transito condizentes com as vantagens sociais que apresentam.

Esses e outros temas relacionados a esses veículos e à atividade de distribuição de pequenas cargas em áreas urbanas serão objeto de seminário e exposição a serem realizados em abril de 2014, junto ao prédio da ACRJ - Associação Comercial do Rio de Janeiro, numa parceria desta com a ABVE - Associação Brasileira do Veículo Elétrico e o INEE - Instituto Nacional de Eficiência Energética.

Autor: Pietro Erber - Diretor-Presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico - ABVE e Diretor do Instituto Nacional de Eficiência Energética - INEE.

Fonte: ABVE
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04 outubro 2013

Roteiro para Difusão de Veículos Elétricos no Brasil

Relatório da ABVE propõe análises para tornar os veículos elétricos realidade no país

O RELATÓRIO
A ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), divulgou o relatório "Roteiro para Difusão de Veículos Elétricos no Brasil", que faz uma compilação abrangente de temas referentes aos veículos elétricos, desde seus tipos e características técnicas, até explanações sobre a atual situação no Brasil, focando nas oportunidades de mercado e recomendações para que os VEs sejam inseridos com sucesso no país.

PONTOS FRACOS
O relatório possui uma posição neutra à apatia do cenário brasileiro. Sendo um país que está anos atrás do cenário internacional e das ações que a sociedade necessita, seria útil utilizar o documento como uma ferramenta crítica em busca da evolução nacional. 

Observando o relatado sobre o atual cenário nacional, as "iniciativas estratégicas em curso" e as empresas que divulgam estar atentas ou prontas para apresentar opções de VEs, recaímos no mesmo e velho cenário: ainda estamos sentados e esperando alguma ação das grandes montadoras internacionais. "Todas anunciam a intenção de fabricar no Brasil, quando o mercado justificar", é a frase que ilustra claramente eterna inércia brasileira. 

Quando o mercado irá justificar? A resposta provavelmente viria em um press-release conjunto dos departamentos financeiro e marketing das montadoras, mas a verdade é que somente quando se sentirem "incentivadas" a ponto de lucrar mais (com os excelentes veículos à combustão nacionais), é que irão se mobilizar.

PONTOS FORTES
Como uma fonte de conhecimento, o relatório é muito bom para quem se dá bem com leituras técnicas e gosta do tema. Cumpre o que promete: exibe um "road-map" para a uma boa implementação dos VEs por aqui, dissertando superficialmente sobre temas como competitividade, educação do mercado, modelo de negócios, prioridades, entre outros.

Sendo a ABVE a única entidade nacional de incentivo aos veículos elétricos, e que o Brasil ainda carece de informações práticas e de qualidade sobre VEs, relatórios como este são sempre bem-vindos.
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01 outubro 2013

Enquanto isso, lá fora... Julho a Setembro/2013

As melhores notícias sobre veículos elétricos dos últimos meses... fora do Brasil!

A montadora japonesa está trabalhando um projeto que pode ser baseado no conceito Land Gliber, lançado no Salão de Tóquio de 2008.

A medida visa reduzir custos e ampliar a rede de pontos de recarga para os consumidores.

Com capacidade até 25.000 carros por ano, o Nissan Leaf deslizou lentamente no mercado americano até que conseguiu se estabilizar nos 2.000 por mês. No entanto, parece que o consumidor deixou suas preocupações de lado e passou a ter bons olhos para com o médio japonês. Assim, a demanda subiu e as filas de espera já têm mais de três meses.

Ao todo, a frota elétrica da Renault-Nissan já percorreu 841 milhões de km sem emissão de CO2 ou em torno de 20 mil vezes a circunferência da Terra. Foram poupados 53 milhões de litros de combustível e 124 milhões de quilos de CO2.

O modelo é uma nova proposta de mobilidade urbana sustentável e ecológica para o consumidor japonês. O veículo será pensado para serviços de car sharing, condutores idosos, casais sem filhos e serviços comerciais.

Now, the Andretti family is set to take its storied legacy into the future, by announcing that the family’s Andretti Autosport team would be America’s first official entry in the upcoming Formula E electric racing series!



O elétrico do Vale do Silício conseguiu em seis meses ultrapassar os luxuosos alemães Audi A8, BMW Série 7 e Mercedes-Benz Classe S em vendas.

A proposta é de se proibir a circulação de carros movidos por gasolina e diesel em todo o país, mas com exceção lógica dos carros elétricos e híbridos do tipo plug-in.

"Battery swapping is not a practical solution due to size/safety etc. More importantly though, this is not our aim. Formula E aims to develop the battery duration and the charging side, as well as the drivetrain motors to eventually only have one car per driver and longer races. In short we want to push the technological boundaries of what is currently achievable rather than use a temporary measure."



Even better is the tremendous growth that 100% electric vehicles (the greenest of the bunch) have seen. Compared to July 2012, sales are up 529%, and compared to YTD 2012, sales are up 522%.




Se de fato atingir esse objetivo, a Tesla será a primeira fabricante a ter um veículo autônomo produzido em série, superando empresas como Audi, Mercedes-Benz, Nissan e até o Google, que também trabalha em pesquisas neste campo.





Com investimento de € 400 milhões, a BMW emprega 800 trabalhadores para produção do i3. Além disso, a nova instalação também é eficiente do ponto de vista ecológico, já que reduziu em 50% o uso de energia elétrica e 70% o consumo de água. Uma estação eólica atende a demanda da fábrica.





O projeto Evoque_e é composto por 12 empresas parcerias e três protótipos serão feitos, sendo que cada um explorará um capo diferente da pesquisa. Um deles será híbrido leve, outro um híbrido plug-in e por fim, outro puramente elétrico.




Com planos de ultrapassar os 600 km/h, o Venturi VBB-3 pretende com isso levar o recorde mundial de velocidade em um veículo movido apenas a energia elétrica. Um fato curioso é o nome do VBB-3, "Jamais Contente", que vem do francês e significa exatamente o que expressa em português. Este foi também o nome do primeiro carro do mundo a alcançar 100 km/h, em 1899. Detalhe: o Jamais Contente do século XIX era 100% elétrico.




A C evolution acelera mais rápido que a maioria das scooters de 600 cilindradas ou mais. São necessários apenas 6,2 segundos para levá-la aos 100 km/h partindo da imobilidade. Na C evolution são oferecidos quatro modos de pilotagens diferentes, que variam a esportividade da moto assim como o consumo de energia da bateria. Esta que pode ser recarregada em uma tomada comum de 220 volts e necessita de quatro horas para “encher o tanque”. A autonomia é de 100 km.





As vantagens dos mini-táxis autônomos vem em enxurrada. Elétricos, eles não irão poluir o meio ambiente. Com os celulares tipo smartphone, basta agendar que o táxi livre mais próximo virá buscá-lo. Trânsito, procurar vaga, não descer na porta, ter altos custos de manutenção? Tudo isso vai ser coisa do passado.




A empresa Sumitomo Metal, um dos fornecedores de componentes para baterias do Tesla Model S, foi obrigada a investir cerca de 48 milhões de dólares para duplicar a produção de óxido de lítio de níquel, de modo a responder às encomendas da berlina eléctrica.




Vai começar uma nova era no automobilismo. A Renault expôs em seu estande no Salão de Frankfurt o monoposto SRT 01E, que correrá a “Fórmula E”, uma espécie de Fórmula 1 com carros elétricos. A primeira temporada da categoria vai começar em 2014 e o calendário prevê 10 corridas, incluindo uma etapa no Rio de Janeiro (RJ), em circuito de rua.




Com 85 mil m2, agora é o maior da América do Norte de propriedade e operado por uma montadora de automóveis. O laboratório de Michigan da GM tem sido responsável por testar e validar as baterias que equipam todos os seus veículos elétricos, incluindo as que são fonte de energia para os Chevrolet Volt e Spark EV, e para o Cadillac ELR.





Atualmente, o Kangoo elétrico representa quase 10% de todas as vendas do utilitário no continente. É também o carro elétrico mais vendido na França, onde conquistou cerca de 6 mil clientes corporativos.  A Renault vendeu três unidades do modelo para a Companhia Paulista de Força e Luz, a CPFL Energia




This legislation builds on the state’s efforts to help California’s electric vehicle market grow, including an Executive Order issued by Governor Brown that established a target of 1.5 million zero-emission vehicles on the road in California by 2025 and a number of other long-term goals.

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